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Arquitetura e decoração  |  26/05/2010 11h45min

Mitos ultrapassados sobre a TV de plasma

Produtos de baixa qualidade traziam problemas e criaram a má fama do aparelho

A má fama do plasma no Brasil veio com os produtos de baixa qualidade que chegaram ao país há quatro anos. Esses modelos ainda traziam o risco de “burn-in”, isto é, de marcar a tela após uma longa exposição a uma imagem fixa. Os modelos recentes trazem recursos que fazem sumir a indesejada mancha.

Outro mito antigo da TV de plasma seria o seu pouco tempo de vida útil. Hoje, os produtos rendem até 100 mil horas, ou 33 anos se ligados durante oito horas diárias.

Mas o plasma ainda peca no gasto de energia mais elevado. Em média, consome 50% a mais do que o LCD. Esse problema pode ser parcialmente contornado em aparelhos com funções que economizam energia.

A relação entre preço e tamanho é outro ponto a ser levado em conta. Não há nenhuma opção de TV de plasma menor do que 42 polegadas. Portanto, o consumidor em busca desse formato não irá desembolsar menos do que R$ 2.000. Mas pode passar muito disso: um dos modelos mais novos, de 103 polegadas, custa R$ 229 mil.

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