Arquitetura e decoração | 12/07/2010 08h10min
Antes de entrar no banco, as portas giratórias com detector de metais. No escritório, catracas de acesso liberadas por cartão ou identificação de digital. Na loja de departamentos, a placa que diz: "Sorria, você está sendo filmado". Estabelecimentos comerciais e proprietários de residências vêm, cada dia mais, buscando formas de proteger o patrimônio.
O mercado de segurança eletrônica cresceu em média 13% por ano, desde 2000, segundo pesquisas da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese). O Sul do Brasil é o segundo maior mercado nacional, representando 22% do total. Os dados da Associação Brasileira de Empresas de Vigilância (Abrevis) mostram que o Rio Grande do Sul é o quarto estado no país em número de empresas ativas (são 125), atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Santa Catarina aparece em sétimo lugar no ranking (com 78 companhias).
O setor, que gera mais de 100 mil empregos diretos, teve faturamento de cerca US$ 1,5 bilhão (equivalente a R$ 2,65 bilhões) em 2009, segundo a pesquisa da Abese. O estudo mostra, ainda, que 650 mil imóveis no país são monitorados por sistemas de segurança eletrônica, número que corresponde a 10,5% do total de propriedades que poderiam ser equipadas com os aparelhos de vigilância. São mais de um milhão de câmeras de vigilância instaladas no país.
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